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Os perdedores – A parcela do MDB de Balneário Gaivota que levou a sigla a se coligar com o PP e foi derrotada nas eleições, dificilmente ficará no partido. Acredito que a estratégia deles será já que elegeram um vereador, migrar com ele para outra sigla, para ficar independente ganhar cacife político, com um vereador. Com isso enfraquecem a situação e a oposição nos próximos 4 anos. Caso se unam ao PSD ficam com 2 vereadores e serão o fiel da balança. 


Raio X do Auxilio Emergencial - A dimensão e os números do programa são impressionantes. O auxílio corresponde a 56% do Orçamento de Guerra. Desde seu início, em abril, até agora, o auxílio emergencial beneficiou 118 milhões de pessoas de forma direta ou indireta, 56% da população brasileira. Ao todo, foram 68 milhões de beneficiários, totalizando R$ 258 bilhões em transferências. Entre os beneficiários, 19,2 milhões são do Bolsa Família, e outros 10,5 milhões estão no Cadastro Único. A maior parte dos beneficiários, 38,1 milhões de pessoas, corresponde a novos registros, ou seja, são trabalhadores informais em sua maioria, mas também pessoas fora da força de trabalho ou desempregadas, "invisíveis" até então. A incidência em base ampla e o valor estabelecido para as parcelas permitiram que o programa alcançasse muito mais do que a simples reposição de rendas perdidas. Apenas pouco mais de 50% do auxílio emergencial incidiu sobre os 30% mais pobres da população. Já a metade mais rica da nossa população recebeu 25% do auxílio. E, entre os 10% mais ricos, 6% receberam o auxílio. O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou, por exemplo, 439 mil beneficiários que receberam benefícios indevidos em auditoria dos quatro primeiros meses do programa, totalizando R$ 813 milhões. Uma estimativa obviamente subestimada dos pagamentos indevidos, já que os critérios utilizados pelo TCU são bastante conservadores e usam informações de cadastros e registros administrativos do governo, onde não há informações sobre as rendas do setor informal e evasões fiscais.


Coronavírus, o pior ainda não chegou – Segundo o jornalista Anderson Silva da NSC Comunicações, os números da Secretaria de Estado da Saúde (SES) projetam semanas preocupantes em Santa Catarina. Com a subida dos casos de coronavírus, o mais recente modelo epidemiológico aponta para uma escalada de mortes nas cidades catarinenses até 13 de dezembro. O estudo assinado pelo médico Guilherme de Camargo, coordenador da Sala de Situação de Saúde, aponta para até 583 óbitos nas próximas semanas caso a taxa de transmissão continue elevada. Acredito que o Natal e o Ano Novo vai ser no isolamento. 


Vamos copiar - A lei aprovada por unanimidade na Câmara de Vereadores de Criciúma, que proíbe vereadores eleitos de assumirem secretarias municipais, e assunto também em outros Legislativos como em Içara e Cocal do Sul. Acho correto pois foi eleito para ser vereador.


Na veia - Heloísa Bolsonaro, mulher de Eduardo, o filho 03 do presidente, disse que o movimento antivacina é “coisa de retardado”. “Por essas e outras a gente vê a volta de doenças antes erradicadas”. Ela está 100% certa. 


Orgulho – Segundo fontes de Passo de Torres, o orgulho e o salto alto foram a causa da derrota do Prefeito Jonas. A história se repete, essa também foi a causa da queda do Ex-prefeito Alemão há vários anos atrás. Tem duas maneiras de aprender a primeira é vendo os outros errar, a outra mais dolorida é através dos nossos próprios erros. 

Povo sem noção, os viajantes da maionese – Acho que tem gente que vive no mundo da lua, para elaborar um projeto de lei coletivo, com assinatura de 16 deputados estaduais, pretende tornar as aulas presenciais obrigatórias em Santa Catarina, a despeito da classificação de risco para Covid-19, do aumento de casos e de mortes, em plena segunda onda do coronavírus com a proposta torna a educação atividade essencial, sem possibilidade de interrupção em caso de calamidade pública. Assinam o projeto Bruno Souza (Novo), Mauricio Eskudlark (PL), Sargento Lima (PSL), Milton Hobus (PSD), Marlene Fengler (PSD), Jessé Lopes (PSL), João Amin (PP), Nilso Berlanda (PL), Ana Campagnollo (PSL), Dirce Heiderscheidt (MDB), Ismael dos Santos (PSD), Moacir Sopelsa (MDB), Sergio Motta (Republicanos), Romildo Titon (MDB), Coronel Mocelin (PSL) e Jerry Comper (MDB).