Segurança volta a ser discutida na Câmara de Balneário Gaivota

Na sua primeira intervenção na sessão da Câmara de Vereadores de Balneário Gaivota o Vereador Mano Godinho fez um relato dos fatos que presenciou na virada do ano “presenciei na passagem do ano na Av. Beira Mar inúmeras brigas e não havia Policia presente para acalmar os ânimos, foram mais de dez que eu presenciei, precisamos melhorar a nossa segurança”.

Os problemas da segurança em Balneário Gaivota têm sido seguidamente abordados pelos Vereadores que pedem mais policiais militares e civis em Balneário Gaivota durante o ano todo, devido ao número de arrombamentos, assaltos, já tendo sido explodidos dois caixa de auto-atendimento um do Banco Bradesco e outro da caixa Econômica Federal nos últimos dois anos. 

Vereadores te solicitado nas duas últimas gestões a criação de uma guarda municipal, que pode auxiliar a Policia Militar que tem um número defasado de policiais, que são em torno de 10 mil para atender a população de Santa Catarina.

Estudo feito pelos professores da FGV Paulo Arvate e André Portela, em estudo apresentado no Encontro Brasileiro de Econometria, no Rio, em dezembro de 2018, mostra que cidades que armaram suas guardas municipais após a permissão do Estatuto do Desarmamento, em 2003, apresentaram queda acentuada na taxa de homicídios e agressões, na comparação com municípios similares que não usam armas.

Na média, o efeito de colocar armas nas mãos dos guardas municipais (controladas outras características das cidades) foi de reduzir a taxa de homicídios em 67 por 100 mil habitantes, no Brasil.

Em São Paulo, o efeito médio de armar as guardas municipais foi de queda de 31 homicídios por 100 mil habitantes.

A pesquisa também indica que não houve migração dos crimes para as cidades vizinhas. Embora não estabeleça relação de causa e efeito, os dados indicam que um dos canais pode ser o maior poder que guardas armados têm de prender suspeitos em flagrante e, com isso, impedir que eles concretizem o crime.

O Estatuto do Desarmamento permite o uso de armas por guardas municipais em cidades acima de 50 mil habitantes —a partir de 250 mil, os guardas podem estar armados também fora de serviço.

Uma decisão liminar do ministro do STF Alexandre de Moraes, porém, estendeu no ano passado a permissão para todas as guardas municipais, em qualquer horário.

Categoria:Exemplo de categoria

Deixe seu Comentário