Passagem de ciclone preocupa moradores do litoral

De acordo com áudio divulgado nas redes sociais e reportagem no site da rádio NotiSerraSC de 24/10, o engenheiro agrônomo, Ronaldo Coutinho, explicou a real situação da previsão para o final de semana.

Segundo Ronaldo Coutinho teremos vento variável, mais de nordeste/noroeste a oeste/sudoeste no litoral e áreas próximas, rajadas ocasionais iguais ou acima dos 80/100 km (pontuais acima dos 100/110 km), períodos de moderado a fraco.

Vento variável, norte/noroeste a oeste/sudoeste com rajadas ocasionais iguais ou acima dos 90/110 km (100 a 130 km no topo da serra, acima dos 130km nos cumes acima dos 1500 m).

Já no dia 25/10 as informações eram que as últimas simulações indicam um enfraquecimento do ciclone extratropical, previsto para ingressar durante o Sábado 27/10, atuando com ventos entre 60 a 70 km/h.

Durante a madrugada do domingo este ciclone ainda atuará ainda sobre a nas proximidades de SC promovendo ventos fortes entre a madrugada e manhã no topo da Serra, Litoral Sul e Grande Florianópolis com sustentação de ventos acima dos 80 km/h.

A Epagri/Ciram emitiu uma nota meteorológica onde afirma que entre a noite de sexta-feira (26/10) e manhã de domingo (28/10), um ciclone extratropical deve intensificar-se na costa sul do Brasil, entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Esses sistemas podem ocasionar ventos fortes e condições adversas de mar, dependendo de sua intensidade ou proximidade da costa. Até o momento, conforme a previsão de localização e intensidade do ciclone, durante o final de semana, podem ocorrer ventos fortes, com rajadas de 60 km/h a 80 km/h no litoral e sul catarinense, especialmente no Litoral Sul e Planalto Sul. No mar, em áreas mais afastadas da costa, as rajadas podem chegar a 100 km/h. O ciclone também favorece a condição de mar agitado e risco de ressaca no final de semana, especialmente no Litoral Sul.

Ressalta-se que ciclones extratropicais são sistemas atmosféricos comuns no litoral sul do Brasil, apresentando maior frequência nos meses entre final de outono e início da primavera. Conforme registros obtidos nas estações meteorológicas monitoradas na Epagri/Ciram, os ciclones extratropicais mais intensos é que podem resultar em rajada.

 

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